terça-feira, 6 de março de 2012

Quando amizade transforma-se em amor !

Quando uma grande amizade que se transforma num amor arrebatador. Quando a declaração não tem eco no outro e a amizade termina, não volta a ser a mesma…"
Bem, antes de falar do que vai ser se a declaração de amor for feita, e acredito que deva ser feita se o sentimento for verdadeiro, fica aqui uma pergunta: Será amor?
Por isso, se você está nessa situação. Peça para que se certifique de que é amor. Peça para que pense nos porquês, nos motivos que o atraem para aquela pessoa. Peça para que reflita se quer viver uma vida com ela. Se quer passar todo o seu tempo a construir uma relação a dois com esse outro ser...
Se a resposta for sim... prepare-se para ganhar ou perder.
Pois é, meu caro. Você tem razão no que afirma. Uma vez feita a declaração, não tem volta. Ou a amizade se transforma e dá espaço para uma relação de amor, que pode, mesmo, ser para a toda a vida, visto que já existia a cumplicidade, já havia sido construída a amizade.
Ou, quando não há espaço para o amor, não há química, o sentimento não é simultâneo, a amizade se esvai... aos poucos termina com um e outro se escondendo, um e outro se desculpando, um e outro desapontados... 


E por que se acaba, se era tudo tão bom?
O que ama nem sempre consegue aceitar a rejeição. O que não ama não consegue mais ser transparente, leve, não consegue mais confidenciar para seu "amigo" suas aventuras. E, então, fim.


E o que fazer para que seja diferente?
Não há o que fazer. Não há o que tentar. Por vezes, com o tempo, a amizade retoma, mas sempre fica uma marca.
Impossível corrigir o que foi falado. Uma palavra falada, realmente, tem poder para tudo transformar. E, talvez por isso, nossas relações e vínculos sejam tão frágeis.
Fica aqui o convite para reflexão. Pense, pense muito antes de falar. E, então, compartilhe o que vai dentro. Conte ao outro como se sente com relação a ele, à situação, à amizade. Conte o que ama, por que ama. Conte o que o faz imaginar que daria certo. Conte!
O outro pode ou não aceitar. Pode ou não amá-lo de volta. Esse é um risco que terá de correr. Gosto de pensar, sempre, que a vida é uma só: está aí para ser vivida, ser gasta, ser usada. Não recebemos esse dom para economizar, nos esconder, nos esquivar das aventuras.
Então, que possamos errar.

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